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Previsão de fluxo de caixa: 4 etapas simples para gerar insights valiosos

20 Junho 2023

Para se manter financeiramente saudável, uma empresa deve saber como realizar a previsão de fluxo de caixa. Nesse cenário, há 4 etapas que são capazes de guiar uma boa estratégia em negócios de qualquer porte ou segmento.

 

Bastam poucos minutos e uma pesquisa rápida para descobrir que um dos fatores que mais leva empresas à falência ao redor do mundo é uma má gestão financeira. A CB Insights realizou um estudo com diversas companhias, revelando os principais motivos que as levaram a encerrar as atividades e que poderiam ter sido evitados. Segundo o levantamento, “ficar sem dinheiro” aparece em segundo lugar na lista, estando por trás de 44% das falências de startups.

Uma gestão de caixa pouco eficiente – ou, até mesmo, inexistente – costuma resultar de diversos fatores, como grande volume de informações, falta de automação e pouco tempo investido. Os problemas derivados dessa negligência também são múltiplos, levando a endividamentos e impossibilidade de novos investimentos.

Em contrapartida, negócios que investem na organização das suas finanças consequentemente aumentam a sua previsibilidade, graças a uma visão mais clara da realidade da empresa que facilita a criação de planejamentos a médio e longo prazo. Isso ainda diminui o tempo buscando estratégias para a entrada de valores, permite que o negócio se prepare para períodos de maior escassez e traz mais confiança na contratação e manutenção do quadro de funcionários.

Acima de tudo, uma gestão bem estrutura também gera insights valiosos sobre as necessidades e possibilidades financeiras da organização – informações essenciais para a construção de projeções futuras.

4 etapas simples para realizar a previsão do fluxo de caixa

Dada a importância da previsão do fluxo de caixa, é essencial saber como realizá-la de maneira eficaz, cobrindo todos os cenários e possibilidades. 

As empresas podem optar por realizar este processo de diversos modos, mas há quatro etapas simples que são capazes de guiar uma boa estratégia em negócios de qualquer porte ou segmento. Veja:

  1. Decida o período que deseja observar

    Em primeiro lugar, fazer uma previsão de fluxo de caixa exige estabelecer um período, afinal, com uma boa gestão, as equipes de tesouraria têm as informações necessárias para fazer análises desde poucas semanas, até meses à frente – tudo depende do objetivo da projeção e de quais conclusões se espera dela.

    Vale lembrar que, mesmo se tratando de intervalos de tempo específicos, usar o histórico do fluxo de caixa também é indispensável para enriquecer as previsões e trazê-las para um cenário ainda mais realista. Caso esse esforço de gestão seja recente e ainda não haja registros, é essencial começar para que esses dados possam ser construídos e utilizados para futuras análises.

  2. Liste as receitas a serem recebidas

    Com um período pré-estabelecido o próximo passo é listar as receitas a serem recebidas. De maneira prática, isso envolve documentar todas as entradas, por menores que sejam, construindo, de fato, o fluxo de caixa.

    Esse registro pode ser feito de diversas maneiras, sempre respeitando as características e a realidade da empresa e das equipes. Nele, deve constar o intervalo de tempo das entradas (semanais ou mensais), descrição e resultado, levando, assim, ao valor total.

    Nas entradas tudo deve ser considerado: as vendas ou recebimento por serviços, restituições de impostos, investimentos dos proprietários ou acionistas, royalties ou licenciamento de produtos, entre outros.

  3. Enumere todas as despesas

    Assim como foram documentadas as entradas, também é preciso registrar tudo o que gera custos à empresa. Isso envolve itens constantes, como aluguel, salários, produtos e fornecedores, gastos esporádicos, como licenças periódicas (trimestrais, semestrais) e outras despesas pontuais.

    A clareza com relação às despesas permite entender exatamente para quais finalidades o dinheiro está indo, facilitando a identificação de onde fazer cortes, quando necessário. Além disso, esse controle prepara a organização para períodos de maior saída e embasa a tomada de decisões a respeito de novas aquisições.

  4. Prepare o fluxo de caixa esperado

    Com todas essas informações analisadas e bem documentadas, o fluxo de caixa está finalmente completo. A partir daí, as equipes e gestores podem se dedicar a construir seu planejamento, criando cenários diversos e considerando as variáveis que podem surgir.

    No entanto, o investimento em uma boa gestão financeira não deve parar por aí – é preciso manter os registros sempre atualizados, inserindo desde os menores até os maiores valores de entradas e saídas. A frequência de atualizações depende da própria empresa, mas costuma ser mensal, fechando um ciclo operacional. Isso forma um sistema vivo e pronto para oferecer os dados mais importantes para análises assertivas.

Tesouraria Corporativa

É assim que se constrói um histórico de registros e análises para a construção de cenários futuros e um bom planejamento.

Para isso, algumas práticas que não podem fugir da realidade das equipes são:

  • Colocar apenas os valores que estarão na conta, não considerando as vendas que ainda não foram consolidadas;
  • Ter em mente mudanças (ou custos) sazonais, projetando tudo que pode impactar as saídas além das despesas fixas;
  • Utilizar ferramentas para manter um bom registro e acompanhamento, como sistemas de gestão que automatizam o processo e geram mais agilidade e eficácia.

Adotando uma gestão de fluxo de caixa integrada e inteligente

Uma gestão de fluxo de caixa eficaz, com previsões precisas e seguras exige tecnologias para registro e análise de dados, como a solução Gesplan

O software foi desenvolvido especificamente para equipes monitorarem seu fluxo e reúne funcionalidades para o gerenciamento das finanças corporativas de maneira simples, integrada e inteligente.

Totalmente conectado ao ERP e disponível em nuvem, a solução de fluxo de caixa Gesplan integra diversas fontes de informações e permite o acompanhamento das movimentações e da liquidez, fazendo o gerenciamento de riscos e destacando as disponibilidades financeiras.

As análises e registros são feitos em tempo real e em conjunto com o monitoramento das contas correntes da organização, oferecendo visões e cenários alternativos para um acompanhamento integral e transparente. Isso tudo sem correr o risco de erros comuns, decorrentes de inserções manuais e com diversas vantagens operacionais, como:

  • Gestão de fluxo de caixa através de relatórios e painéis financeiros dinâmicos, detalhados ou consolidados;
  • Cálculos automatizados e padronizados;
  • Dashboard de fluxo de caixa para visão gerencial; 
  • Análises e comparativos com simulação de cenários.

 

Se você busca melhorar – ou começar – a gestão de fluxo de caixa da sua empresa com uma ferramenta completa de controle e realização de projeções, fale com nossos especialistas e solicite uma demonstração gratuita do sistema Gesplan.

 

Quiz Fluxo de Caixa

 

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